Por Equipe de Comunicação - Higor Diego
Para quem tem aplicativo no celular e conta digital, o fechamento de uma agência bancária pode parecer detalhe. Para o idoso que recebe a aposentadoria no guichê, para o pequeno comerciante que precisa depositar o caixa do dia, para a família que não tem carro nem intimidade com tecnologia, é um problema real que reduz o acesso a um serviço essencial.
Quando surgiu a ameaça de fechamento de agência no Distrito do Campo Grande, o vereador Higor Diego se posicionou formalmente na Câmara Municipal, apelando pela revisão da decisão para evitar prejuízos a milhares de moradores da região.
Bairro de periferia não pode virar deserto de serviços
Existe um fenômeno silencioso nas periferias das grandes cidades: os serviços vão embora um a um. Primeiro a agência bancária, depois o caixa eletrônico, depois a lotérica. Cada saída empurra o morador para mais longe e transforma tarefas simples em jornadas de meio dia.
A atuação do mandato parte de um princípio inegociável: o Campo Grande, o Ouro Verde e as demais regiões afastadas do centro têm o direito de manter seus serviços. Quando uma decisão privada ou pública ameaça esse acesso, o papel do parlamentar é dar voz institucional à revolta do bairro e cobrar alternativa.
A mesma lógica das agências e dos cartórios
Defender a agência bancária no bairro é irmã da luta pelo cartório de registro civil no Campo Grande e no Ouro Verde: as duas nascem da mesma convicção de que o serviço tem que chegar perto de quem precisa. Não é sobre uma empresa específica; é sobre não deixar a periferia ser esvaziada de direitos.