Por Equipe de Comunicação - Higor Diego
Para milhões de mulheres, tarefas banais como voltar de ônibus à noite ou passar uma noite num bar envolvem um cálculo de risco que os homens raramente precisam fazer. Tratar esse medo como problema público, e não como fatalidade, é o que orienta o conjunto de propostas que Higor Diego apresentou em defesa das mulheres de Campinas.
Um pedido de socorro que o estabelecimento entende
O Código Sinal Vermelho permite que uma mulher em situação de violência peça ajuda discretamente, com um sinal na mão. Tramita na Câmara o projeto de Higor que leva esse protocolo para dentro de bares, restaurantes, casas noturnas e espaços de eventos, com medidas de acolhimento, auxílio, proteção e informação. Todo lugar de diversão precisa ser também um lugar seguro.
Chegar em casa em paz
O trajeto do ponto de ônibus até a porta de casa, à noite, é um dos momentos de maior vulnerabilidade. O vereador propôs o programa de paradas de ônibus seguras para as mulheres, que permite condições mais seguras de desembarque em horários de maior risco, na linha do que cidades pelo mundo já adotaram com bons resultados. Segurança da mulher também se faz com desenho urbano inteligente.
Serviço que precisa continuar chegando
Proteger é também garantir que o serviço de apoio não abandone a periferia. Higor apelou formalmente pela permanência do Ônibus Lilás, unidade móvel de atendimento à mulher, no Distrito do Campo Grande, para que o acolhimento continue perto de quem mais precisa dele.
Presença nos colegiados certos
O compromisso aparece também na estrutura da Câmara: o vereador integrou a Comissão da Mulher, um dos espaços onde as políticas de proteção e promoção dos direitos femininos são debatidas e amadurecidas.
Sinal Vermelho, ponto de ônibus seguro e serviço de acolhimento perto de casa formam um mesmo princípio: a cidade tem obrigação de ser segura para as mulheres, e isso se constrói com política pública. Levar essa pauta para o estado significa poder ampliar essas garantias para muito além de Campinas.